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sexta-feira, fevereiro 05, 2010
i blog you, please - By Soraia Silva
"É esta a ideia que tenho sobre ti e o teu espaço (sim porque o nosso espaço, é o nosso reflexo, à qual não precisamos de conhecer a pessoa, pois o espaço já diz muito)... A tua escrita é de quem aprecia o silencio, o sossego, para que cada palavra seja pensada ao pormenor, consoante vais escrevendo.
A sala praticamente vazia, foi só para simbolizar a tranquilidade."
Soraia Silva
E que ideia linda tem ela sobre mim! Sobre este espaço!
A Soraia é uma das primeiras seguidoras deste blogue. Conhece bem a casa.
Ela é uma artista na montagem de imagens, como se constata neste seu trabalho.
Pediu que a desafiássemos. Eu, aqui, desafiei-a! Devo dizer que não poderia ter gostado mais do resultado!
Aquele que se não vê, na imagem, sou eu. Com aquela luz, aquele barulho. Com vocês bem ali, à minha frente, onde me dou em palavras!
Obrigado Soraia, pelo modo lindo como me lês!
sábado, julho 18, 2009
My end is my beginning!
Reinventar-me.
É preciso, sim. Someday, somehow…
Mas não foi isso que me trouxe aqui…
O que me trouxe aqui foi alguém que tenho o prazer enorme de (não) conhecer. Alguém que eu leio e imagino a voz. Alguém que (não) conheci aqui, na Blogosfera. (o B, assim maiúsculo, é para lhe sublinhar a grandeza). Alguém a quem, da minha casa, espreito a janela da sua, só para ver se tem luz. Alguém que, quando a luz está ligada, precipito a visita e não me conhece. Uma casa onde entro sem campainhas. Uma casa de portas abertas. Uma casa onde, nas suas palavras, também me leio.
E agora o meu bairro vai ficar mais pobre… A administradora da casa pensa (ou já decidiu?!) partir. Ainda não sei se a casa fica em pé, ou se vai ser demolida…
Aos meus vizinhos, os de "carne e osso", conheço-lhes a face! Conheço-lhes as vestes. As vozes, os carros. Talvez tudo o que menos interesse conhecer. Não conheço a essência. Não os conheço, de todo, tão bem como, não conhecendo, conheço este vizinho virtual! E por isso lhe peço que, "ouvindo", não "dê ouvidos" ao que não tenho o direito de lhe pedir…
"Please, Don’t Go!"
"Against All Odds!"
"There Will Never Be Another You!"
"I Still Haven’t Found What I’m Looking For!"
"A Gente Vai Continuar!"
"Hoje É O Primeiro Dia Do Resto Da Tua Vida!"
"Please, Forgive Me!" mas…
Nunca pensei que doesse tanto ver partir quem (não) conheço.
- Mas sim, vai! Reinventa-te. Faz do teu fim o teu início. Ficarei triste pelo adeus, feliz por ti! E se fores mesmo quero que saibas, ainda que não te importes e que a minha casa nada te diga, que guardarei para sempre em mim, um conjunto de…
Pequenas Grandes Sensações
É preciso, sim. Someday, somehow…
Mas não foi isso que me trouxe aqui…
O que me trouxe aqui foi alguém que tenho o prazer enorme de (não) conhecer. Alguém que eu leio e imagino a voz. Alguém que (não) conheci aqui, na Blogosfera. (o B, assim maiúsculo, é para lhe sublinhar a grandeza). Alguém a quem, da minha casa, espreito a janela da sua, só para ver se tem luz. Alguém que, quando a luz está ligada, precipito a visita e não me conhece. Uma casa onde entro sem campainhas. Uma casa de portas abertas. Uma casa onde, nas suas palavras, também me leio.
E agora o meu bairro vai ficar mais pobre… A administradora da casa pensa (ou já decidiu?!) partir. Ainda não sei se a casa fica em pé, ou se vai ser demolida…
Aos meus vizinhos, os de "carne e osso", conheço-lhes a face! Conheço-lhes as vestes. As vozes, os carros. Talvez tudo o que menos interesse conhecer. Não conheço a essência. Não os conheço, de todo, tão bem como, não conhecendo, conheço este vizinho virtual! E por isso lhe peço que, "ouvindo", não "dê ouvidos" ao que não tenho o direito de lhe pedir…
"Please, Don’t Go!"
"Against All Odds!"
"There Will Never Be Another You!"
"I Still Haven’t Found What I’m Looking For!"
"A Gente Vai Continuar!"
"Hoje É O Primeiro Dia Do Resto Da Tua Vida!"
"Please, Forgive Me!" mas…
Nunca pensei que doesse tanto ver partir quem (não) conheço.
- Mas sim, vai! Reinventa-te. Faz do teu fim o teu início. Ficarei triste pelo adeus, feliz por ti! E se fores mesmo quero que saibas, ainda que não te importes e que a minha casa nada te diga, que guardarei para sempre em mim, um conjunto de…
Pequenas Grandes Sensações
segunda-feira, junho 01, 2009
Quanto custa a amizade?

Quem nunca passou por um só que seja momento difícil na vida, não se preocupe. Vai passar. Por outro lado, quem só viveu momentos difíceis na vida, que se preocupe. Pois neste caso, não há garantias de que venha a gabar-se de ter tido um momento de sucesso, nesta sua passagem por cá.
Eu faço parte do grupo de pessoas, que acredita que sucesso pode ser, por exemplo, poder gabar-se de ter tido amigo (s) nesta vida, que é afinal, um período de férias que a morte nos concede. No entanto, só saberemos que temos (tivemos) um amigo (ou vários), no final destas férias. É que só há um tipo de amizade, chama-se amizade e é para a vida. Ora, como é para a vida, só precisamente no final desta, é que se pode concluir que foi amizade, parece-me lógico.
Todo e qualquer tipo de relação que, por qualquer motivo, chegue ao fim, pode ter sido tudo, mas amizade nunca foi. Quando uma relação entre duas pessoas termina, seja ela de que origem for, há sempre duas pessoas responsáveis por esse facto; elas próprias, claro. A culpa nunca é só de uma, como muitas pessoas ainda pensam. É discutível, naturalmente, que pode haver intervenção de terceiros, mas não é relevante para a ideia que quero apresentar.
Quase tudo nesta vida se gasta. Ainda que não se perca. É o sinal inequívoco de que estamos a servir-nos do que é colocado à nossa disposição. Um bom sinal, portanto. Porém, a amizade, é das poucas coisas (não importa citar outras) que não se gasta. É então algo que, não só podemos usar, como também podemos abusar (bem entendido, obvio). Quem nunca ouviu a expressão: “ama-me quando eu menos merecer pois é quando mais preciso do teu amor”? Ou outro exemplo: “no dia em que eu não te sorrir, é quando mais preciso do teu sorriso”?
Erros todos cometem. O amigo, nessas horas, em que não nos apercebemos que o (s) cometemos, está lá para nos dizer isso. Com frases abertas! Com frontalidade! Pode não haver lições de moral, o tão conhecido ‘sermão’, mas não é disso que se trata. Trata-se de amizade. Trata-se de nos ‘emprestar os seus olhos’, quando os nossos não conseguem enxergar!
Se há sítios onde “podemos” cometer erros, é precisamente na amizade. Pois o amigo vai ser Homem e vai fazer-nos ver a asneira (s) que estamos a cometer. Por outro lado, o “vulgar”, vai usar também as mesmas frases abertas, só que não connosco. O “vulgar” vai saber dizer a terceiros, seguro de que nunca errou, toda a monstruosidade, toda a aberração, que é o erro (s) que estamos ou que acabámos de cometer. Essas frases abertas, (ditas pelo…”vulgar”) muitas vezes, ‘comem-se e bebem-se’ em jantares comprados e, ou, em copos sinceros, onde o… “deixa estar que eu pago”, justifica que esta é que é a amizade! (Amizade que, curiosa e ironicamente, um dos lados não questiona, mas que o outro lado, à noite, no escurinho do quarto, no silencio da cama, deixa escapar dentro do pensamento um… “já não te posso ouvir”!) Onde tudo o que é dito por este “vulgar”, se guarda dentro duma espécie de nuvem, uma espécie de balão, onde a linha que envolve essa nuvem, esse balão, no seu contorno interior, garante (sem que seja dito) que… “eu é que sou o serio, o infalível”, e no limite exterior, desculpa a sua acusação com um (também silencioso) … “não estou a falar mal, estou apenas indignado com o comportamento de fulano de tal!”
Não sofro desilusões com o comportamento humano. Já não! Já me desiludi muito. Com algumas pessoas, sim mas sobretudo comigo próprio, com erros de que me arrependo completamente e, muito por isso, resolvi baixar as expectativas, totalmente. Agora prefiro ser surpreendido pela positiva.
Nisto do comportamento, do ‘errar’, não há mais altos nem mais baixos! Não há erros maiores e menores. Há pessoas e há erros. Somos todos da mesma altura e olhamo-nos nos olhos ao mesmo nível. Errar numa relação, minhas amigas, meus amigos, está como o vento para uma vela e para um incêndio… apaga a primeira e ateia o segundo! E o verdadeiro erro, é aquele com o qual não soubemos aprender NADA. A única situação em que um Homem pode e deve olhar outro de cima, é quando o está a ajudar a levantar-se!
Quaisquer € 250; 500; 750, etc. podem estragar qualquer relação de merda, mas nunca uma amizade! A amizade não tem preço.
E se na natureza sobrevivem os mais fortes, dos fracos não reza a História!
Até breve.
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